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Briefing Diário – 17 abril - “COVID-19”

  Consulte o Briefing Diário (dia 17 de abril) da Situação Epidemiológica do Município de Santarém no âmbito do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil do Co...

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Briefing Diário – 16 abril - “COVID-19”

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Loja de Cidadão de Santarém reabre com atendimento presencial sujeito a marcação prévia

A Loja de Cidadão de Santarém reabre no próximo dia 19 de abril (segunda-feira), com atendimento presencial, sujeito a marcação prévia, através dos contatos de telefone e...

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Atendimento ao Consumidor dia 19 de abril online ou por telefone

O atendimento do jurista da DECO realiza-se no dia 19 de abril, das 10h00 às 13h00, online ou por telefone, no contexto do estado de emergência decretado, face à pandemia...

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BRIEFING DIÁRIO – 15 DE ABRIL - “COVID-19”

Consulte o Briefing Diário (dia 15 de abril) da Situação Epidemiológica do Município de Santarém no âmbito do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil do Concelho. ...

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Nova—Velha Dança | Programa Parasita

Categoria
Teatro Sá da Bandeira
Data
2017-02-24 21:00 - 2017-02-25 18:30
Local
Teatro Sá da Bandeira - Rua João Afonso n.º7
Telefone
243 309 460

Nova—Velha Dança é um ciclo distribuído por cinco meses e composto por espetáculos, exposições, conversas e workshops que ‘parasita’ a actividade cultural da cidade de Santarém.

Exposições _ 24 de fev. a 17 jun.

24 fev. às 21h00

Para uma Timeline a Haver — genealogias da dança enquanto prática artística em Portugal

Construindo na galeria do Teatro Sá da Bandeira uma cronologia para a dança em Portugal, PARA UMA TIMELINE A HAVER é um exercício colectivo de investigação e de sinalização de marcos relativos ao desenvolvimento e disseminação da dança como prática artística em Portugal nos séculos XX e XXI, com especial incidência na segunda metade do século XX.

Levado a cabo entre 2016 e 2017 e assumindo o presente como lugar de enun­ciação, propõe a construção singular de uma série de cronologias para a dança contempo­rânea em Portugal, relacionando eventos de matriz social, política, cultural, biográfica e artística — sugeridos como significativos por bailarinos, coreógrafos, críticos, técnicos, historiadores e espectadores.

Com este exercício, trata-se de sinalizar episódios que — influenciando autores, práticas e instituições — foram delineando a história da dança em Portugal, inserin­do-os numa perspetiva alargada tanto das transformações pelas quais a socie­dade portuguesa passou como do discurso sobre o coreográfico (e o que é ou pode ser a dança como prática artística), de modo a entrever tensões, momentos-chave e episódios emblemáticos.

— Ana Bigotte Vieira e João dos Santos Martins

Curadoria, investigação e edição: Ana Bigotte Vieira, João dos Santos Martins; Coordenação do projeto de ativação: Ana Bigotte Vieira; Apoio à pesquisa: Pedro Cerejo, Sílvia Pinto Coelho; Produção: Associação Parasita; Apoio: Fundação Calouste Gulbenkian; Parceria: Instituto de História Contemporânea, Centro de Estudos de Teatro; Design: Amaral Schefer; Agradecimentos: Paula Caspão, Maria José Fazenda, Daniel Tércio

Local: Bar-galeria do Teatro Sá da Bandeira

A Dança do Existir

Retrospetiva em imagens do trabalho coreográfico de Vera Mantero

Cerca de 30 fotografias que traçam o per­curso de Vera Mantero, das suas primeiras criações às mais recentes. A exposição integra ainda a consulta de registos videográ­ficos de alguns dos trabalhos da coreógrafa.

Curadoria: João dos Santos Martins com O Rumo do Fumo; Produção: O Rumo do Fumo; Fotos de: Alcino Gonçalves, Dirk Rose, Henrique Delgado, José Fabião, Jorge Gonçalves, João Tuna, Laurent Philippe

Local: Piano-bar do Teatro Sá da Bandeira

Conversas e ativações da Timeline com Ana Bigotte Vieira

24 fev. | Vera Mantero

11 mar. | João Fiadeiro e Paula Caspão

6 abr. | Teresa Silva e Filipe Pereira

20 mai. | António Olaio, Clara Menéres, Verónica Me­tello, Vânia Rovisco, Carlota Lagido, Daniel Pizamiglio, Sónia Baptista e convidados

16 jun. | Ana Rita Teodoro e Carlos Manuel Oliveira

24 fev. às 21h30 | Performances

Vera Mantero

3Soli (90’ 2 intervalos | M/12)

Em 1993, escrevia Alexandre Melo no “Expresso” que os portugueses não tinham corpo: “Os discursos maioritários não abordam a sexualidade e, sobretudo, as questões de diferenciação, discriminação e repressão sexual.” Dizia isto a propósito da emergência súbita e inusitada de um corpo sexualizado e carnal, agente de trans­formação, no trabalho de Vera Mantero e Francisco Camacho, figuras proeminentes do movimento a que se deu o nome de Nova Dança Portuguesa. Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois era o título da peça de Vera Mantero que anunciava esta mudança de paradigma. É também a peça que inaugura este ciclo.

Numa noite de peças curtas, originalmente produzidas entre 1991 e 1996, Mantero não apenas testemunha um processo subjec­tivo de relação com o legado pós-colonial e o vazio político-cultural sentido à época pela coreógrafa, como traz a Santarém uma prática artística paradoxal, trespassada por mais de duas décadas de activi­dade contínua.

uma misteriosa Coisa, disse o e.e.cummings*, 1996

Estou a escrever-te porque sinto que não me expliquei bem sobre porque criei esta imagem de uma mulher metade negra, metade branca (principalmente negra!). Do que me lembro agora foi de ter ficado muito impressionada, na história da Josephine Baker, com o impacto que o seu corpo teve na Europa (basicamente em Franca). Os homens ficaram loucos com ela, com aquela coisa exótica, aquela coisa louca, cómica e sexy. O seu corpo (quase nu) e as suas, diga­mos, dinâmicas (energia/movimento/comicidade) criou todo um frisson em torno dela. Logo, se quisesse trabalhar sobre ela eu teria que, de algum modo, trazer de volta o corpo dela, era incontornável. E, sendo branca, teria que me tornar negra para poder trazer de volta o seu corpo.

Claro que assim que pensei em pintar-me de negra adorei a ideia, porque na altura (e talvez ainda agora) interessava-me muito a ideia de metamorfosear o meu corpo. Adoro tudo o que seja mudar o nosso aspeto enquanto seres humanos, mudar a nossa imagem, transformando o que somos habitualmente, sendo outros seres, ainda que por pouco tempo.

Assim que pensei nisso também gostei imenso da ideia porque me apercebi imediatamente do efeito fortíssimo que uma pessoa ter duas cores ao mesmo tempo iria criar. Especialmente ser negra e ser branca ao mesmo tempo. Já não há nem um lado nem o outro, há os dois lados numa única entidade, duas “raças” num só corpo. “Recebo a tua cor em mim." Há ainda a vibração ou fricção que a impossibilidade e o paradoxo criam.

E, de certa forma, a Josephine Baker também se tornou meio negra, meio branca ao longo da sua vida, porque ela foi completa­mente assimilada pela cultura branca europeia.

E há ainda, pelo menos, mais uma razão para esta “mulher de duas faces”, que é eu ter de me confrontar com a “missão” de fazer um solo sobre alguém (já tive este problema ao fazer um solo sobre o Nijinsky): como faço para assumir esta missão? Falo apenas da outra pessoa? Ou deverei falar também de mim?

Como me posiciono no “meio” desta pessoa, no meio deste trabalho sobre esta pessoa? A mulher branca e negra é também uma resposta a esta questão, faço uma espécie de fusão.

Outra coisa: os negros têm uma História (terrível) de tentarem tornar a sua pele branca. E eu sabia que estava a virar a história de pernas para o ar ao pintar-me de negra.

— Carta de Vera Mantero a Aylin Ersoz

* o que ele disse de facto sobre a Josephine:"Uma misteriosa Coisa, nem primitiva nem civilizada, ou para além do tempo, no sentido em que a emoção está para além da aritmética”

Conceção e Interpretação: Vera Mantero; Caracterização: Alda Salavisa (Desenho Original: Carlota Lagido); Adereços: Teresa Montalvão; Desenho de Luz Original: João Paulo Xavier; Adaptação e Operação de Luz: Hugo Coelho; Produção Executiva: Fórum Dança; Apoio: Casa da Juventude de Almada, Re.al / Amascultura; Produção: Culturgest, Lisboa, 1996 / ‘Homenagem a Josephine Baker’

Talvez ela pudesse dançar primeiro e pensar depois, 1991

Escrevia Mantero na folha de sala nessa altura: “A minha relação com a dança gira à volta das seguintes questões: o que é que a dança diz? O que é que eu posso dizer com a dança? O que é que eu estou a dizer quando estou a dançar?” A capacidade e a incapacidade de a dança DIZER estavam no centro das preocupações criativas da autora à época (... não estarão ainda?). A estratégia de inclusão (nas ações, nos movimentos, nos impulsos) de outros materiais que não os habitualmente utilizados pela dança foi o recurso e a pesquisa que a autora empreendeu para forçar-empurrar-pressionar a dança a DIZER.

Um fenómeno algo raro e curioso se deu com este solo: a sua apresentação nunca foi interrompida, ele tem sido apresentado regu­larmente ao longo dos últimos 26 anos. E se a dita falta de crença começou por produzir um solo algo angustiado e sofrido, essa apre­sentação contínua e repetida transformou o trabalho e transportou-o dessa zona de dor e angústia para uma zona bem mais luminosa, de humor e gozo, deixando no entanto intactas as suas estruturas e fundações.

Conceção e Interpretação: Vera Mantero; Cenografia: André Lepecki; Desenho de Luz: João Paulo Xavier; Música: ‘Ruby, My Dear’ de Thelonious Monk; Adaptação e Operação de Luz: Hugo Coelho; Figurino: Vera Mantero; Produção: Pós d’Arte, 1991; Apoio Financeiro: Instituto da Juventude; Outros Apoios: Cia de Dança de Lisboa. Uma Encomenda do Festival Klapstuk 91 no âmbito da Europália Portugal 91

Olympia, 1993

Única descrição desta peça no programa da sala original: Vera Mantero, improvisações, 5 minutos. Acho que ninguém da organi­zação fazia muita ideia do que eu ia fazer. E acho que não demorou só cinco minutos. O programa era o da Maratona para a Dança, uma iniciativa já histórica criada em 1993 por uma série de bailari­nos e coreógrafos que tinham decidido fazer o País acordar. Para a dança que nele se fazia. Quando me contactaram para participar, eu respondi entusiasticamente que sim e pus-me a pensar no que poderia fazer para “acordar” as pessoas. Andava por essa altura a ler a “Asfixiante Cultura” do Jean Dubuffet e pareceu-me absolutamente indicado ler passagens do livro naquela ocasião a quem quer que fosse que estivesse presente no Teatro Maria Matos. ‘Mas ler como? E não será um pouco pretensioso ir práli dizer que eu é que sei o que é a verdadeira cultura, a melhor cultura? Se calhar devia estar nua...Tenho que ler o Dubuffet nua. Especada de pé em frente a um microfone? Não, isso não pode ser...Então a fazer o quê? Nua...?’. Esta nudez fez-me então pensar na Olímpia, do Manet, que tinha visto recentemente no Musée d’Orsay, em Paris, onde ainda estava a viver na altura. ‘E se fosse a Olímpia a ler o Dubuffet? Ai!, não!, que horror, aí é que me caem todos em cima, sacrilégio à pintura, etc. etc...’. Contei ao André Lepecki que queria ler o Dubuffet nua mas que não sabia como o fazer sem ser só ler o Dubuffet nua, sem lhe falar sequer do quadro. Então não é que ele me diz: ‘Oh Vera, não te lembras da Olympia do Manet [que tínhamos visto juntos]? Acho que devias fazer qualquer coisa com ela’.[!!!]. E assim fiz.

— Vera Mantero

Concepção e Interpretação: Vera Mantero; Luz: João Paulo Xavier Adaptação e Operação de Luz: Hugo Coelho; Texto: Jean Dubuffet; Música: Extractos de música dos Pigmeus de Baka; Agradecimentos: Ana Mantero e Miguel Ângelo Rocha

(Dança) (Duração) 90’ com 2 intervalos (Classificação) M/12 (Preço) 5€

23h00 | Conversa

Conversa com Vera Mantero e Ana Bigotte Vieira

Entrada gratuita limitada à lotação da sala

25 fev. | sábado | Cinema

Em coapresentação com o Cineclube de Santarém, serão exibidas três sessões com filmes e vídeos dos artistas convidados ou projetos documentais relativos à sua obra.

17h00 | Sessão Mantero

Curso de Silêncio

De Miguel Gonçalves Mendes e Vera Mantero

(versão de Vera Mantero)

Let’s talk about it now

De Margarida Ferreira de Almeida 

(Cinema) (Duração) 90’ (Classificação) M/12 (Preço) Entrada gratuita limitada à lotação da sala

 
 

Todas as datas

  • De 2017-02-24 21:00 a 2017-02-25 18:30
 

Contactos

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     243 304 400
     

  • Gabinete de Apoio ao Imigrante e Minorias Étnicas

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  • Secção de Receitas

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  • Tesouraria

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  • Serviço de Atendimento da Divisão de Ação Social e Saúde

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  • Divisão de Planeamento e Projetos

    243 304 252 / 243 304 240

  • Divisão de Recursos Humanos e Administração

    243 304 200

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    . 243 304 408 
     

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  • Assembleia Municipal de Santarém

    243 304 223
     

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    Seg, Qua e Sex: 09h30 às 12h30

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  • Sala de Leitura Bernardo Santareno

     243 304 649
     

  • Departamento de Administração e Finanças

    243 304 200

  • Sapadores Bombeiros

    243 333 122 / 243 333 091

  • Centro Local de Apoio à Integração de Imigrantes

     243 304 400/243 304 409

  • RLIS – Rede Local de Intervenção Social

     914 516 813

     

  • Casa do Ambiente

    243 304 216

  • Loja do Cidadão

    707 241 107

  • Teatro Sá da Bandeira

    243 309 460

     

  • Centro de Investigação Prof. Doutor Joaquim Veríssimo Serrão

    243 304 662

     

  • União de Freguesias da cidade de Santarém

    243 321 531

  • Junta de Freguesia de Gançaria

    243 405 164

  • União das freguesias de Casével e Vaqueiros

    243 441 253

  • União das Freguesias de Azoia Cima e Tremês

    243 479 923

  • Junta de Freguesia de Moçarria

    243 499 592

     

  • Junta de Freguesia de Póvoa da Isenta

    243 769 350

  • União das Freguesias de São Vicente do Paúl e Vale de Figueira

    243 441 857

  • Junta de Freguesia de Arneiro das Milhariças

    243 449 807

  • Junta de Freguesia de Vale de Santarém

    243 769 614

  • União das Freguesias da Romeira e Várzea

    243 469 758

  • Junta de Freguesia de Pernes

    243 440 570 

     

  • Junta de Freguesia de Amiais de Baixo

    249 870 787

  • União Freguesias de Achete, Azoia Baixo e Póvoa Santarém

    243 469 555

  • Junta de Freguesia de Abrã

    243 400 548

     

  • Junta de Freguesia de Alcanede

    243 400 313

  • Junta de Freguesia de Abitureiras

    243 469 599

  • Junta de Freguesia de Alcanhões

    243 429 794

  • Junta de Freguesia de Almoster

    243 491 404

  • Pavilhão e Nave Desportiva Municipal

     243 300 908

  • A.S. - Empresa das Águas de Santarém - EM, S.A.

    243 30 50 50

  • Piscinas do Sacapeito

     243 300 905

  • Complexo Aquático Municipal

     243 300 900
     

  • Viver Santarém

    243 300 900

     

  • Proteção Civil Municipal

    243 333 122/ 243 333 091

  • Sapadores Bombeiros

     243 333 122 / 243 333 091 

  • Polícia de Segurança Pública

    243 322 022

  • Guarda Nacional Republicana Brigada 2 - Grupo Territorial de Santarém

    243 300 070

     

  • Bombeiros Voluntários De Santarém

    243377900

     

  • Serviço Municipal de Proteção Civil

    800 222 122

  • Hospital Distrital de Santarém

     243 300 200 

  • Centro Regional de Segurança Social

    243 330 400

  • Administração Regional de Saúde

    243 300 700

  • Unidade de Saúde Familiar do Planalto (Centro de Saúde de Santarém)

    243 303 231/32/33 

  • Unidade de Saúde familiar de S. Domingos (C.S. Santarém)

    243 330 600/601

  • Santa Casa da Misericórdia de Santarém

    243 305 260

  • Cruz Vermelha Portuguesa

     243 323 374
     

  • APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima

    243 356 505

     

  • GAV - Gabinete de Apoio à Vítima de Santarém

    243 356 505

  • Procuradoria da Instância Local Criminal de Santarém

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central de Instrução Criminal de Santarém

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central Criminal de Santarém

    243 305 150

  • DIAP

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central do Trabalho de Santarém

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central Cível de Santarém

    243 305 150

  • Procuradoria do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central de Comércio de Santarém

    243 305 150

  • Procuradoria da Instância Central de Família e Menores de Santarém

    243 305 150

  • CTT – Estação

    243 309 730

  • Portugal Telecom, Comunicações S.A.

    243 500 900

  • EDP - LTE - Eletricidade de Portugal

    808 505 505 (linha comercial)

    800 506 506 (avarias

  • Rodotejo

    243 333 200

  • CP - Caminhos-de-ferro Portugueses

    243 333 180

    www.cp.pt

  • Museu Diocesano de Santarém

    243 304 065

  • Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas – CNEMA

    243 300 300

     

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